

“Para Deus todo o tempo é tempo favorável de graça e todas as situação do mundo são uma oportunidade para o anúncio e o crescimento do Reino de Deus”
Da carta pastoral do nosso Bispo
Exposição do Santíssimo Sacramento
Cântico
Pai, eu Te adoro, Te ofereço a minha vida, como eu Te amo.
Jesus Cristo, eu Te adoro, Te ofereço a minha vida, como eu Te amo.
Espírito Santo, eu Te adoro, Te ofereço a minha vida, como eu Te amo.
Trindade Santa, eu Te adoro, Te ofereço a minha vida, como eu Te amo.
Invocações
Graças e louvores se deem a todo o momento
Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento… (3 vezes)
Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-Vos…
Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam (3 vezes)
Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia
Fruto do ventre sagrado da Virgem Puríssima Santa Maria (3 vezes)
Tempo de silêncio
Admonição
Aguerrido perseguidor dos discípulos de Jesus, Paulo dirigia-se para Damasco, quando, inesperadamente, o Senhor Ressuscitado lhe aparece e Se lhe revela. Vencido pela graça, entrega-se, incondicionalmente a Cristo, que o escolhe para Seu apóstolo e o encarrega de anunciar o Evangelho, em pé de igualdade com os Doze. Este encontro marcou profundamente a vida, o pensamento e a ação deste Apóstolo. Paulo descobriu, nesse momento, o poder extraordinário da graça, poder capaz de transformar um perseguidor em Apóstolo. Descobriu, igualmente, que Jesus Ressuscitado Se identifica com os cristãos («Porque Me persegues?»).Mas este acontecimento foi também de importância decisiva para o desenvolvimento da Igreja. O convertido de Damasco, na verdade, será o Apóstolo que mais virá a contribuir para a expansão missionária da Igreja entre os povos pagãos.
Leitura do livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 9, 1-18)
Saulo, entretanto, respirando sempre ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, foi ter com o Sumo Sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, se encontrasse homens e mulheres que fossem desta Via, os trouxesse algemados para Jerusalém.
Estava a caminho e já próximo de Damasco, quando se viu subitamente envolvido por uma intensa luz vinda do Céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: «Saulo, Saulo, porque me persegues?» Ele perguntou: «Quem és Tu, Senhor?» Respondeu: «Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Ergue-te, entra na cidade e dir-te-ão o que tens a fazer.» Os seus companheiros de viagem tinham-se detido, emudecidos, ouvindo a voz, mas sem verem ninguém. Saulo ergueu-se do chão, mas, embora tivesse os olhos abertos, não via nada. Foi necessário levá-lo pela mão e, assim, entrou em Damasco, onde passou três dias sem ver, sem comer nem beber. Havia em Damasco um discípulo chamado Ananias.
O Senhor disse-lhe numa visão: «Ananias!» Respondeu: «Aqui estou, Senhor.» O Senhor prosseguiu: «Levanta-te, vai à casa de Judas, na rua Direita, e pergunta por um homem chamado Saulo de Tarso, que está a orar neste momento.» Saulo, entretanto, viu numa visão um homem, de nome Ananias, entrar e impor-lhe as mãos para recobrar a vista. Ananias respondeu: «Senhor, tenho ouvido muita gente falar desse homem e a contar todo o mal que ele tem feito aos teus santos, em Jerusalém.
E agora está aqui com plenos poderes dos sumos-sacerdotes, para prender todos quantos invocam o teu nome.» Mas o Senhor disse-lhe: «Vai, pois esse homem é instrumento da minha escolha, para levar o meu nome perante os pagãos, os reis e os filhos de Israel. Eu mesmo lhe hei-de mostrar quanto ele tem de sofrer pelo meu nome.» Então, Ananias partiu, entrou na dita casa, impôs as mãos sobre ele e disse: «Saulo, meu irmão, foi o Senhor que me enviou, esse Jesus que te apareceu no caminho em que vinhas, para recobrares a vista e ficares cheio do Espírito Santo.» Nesse instante, caíram-lhe dos olhos uma espécie de escamas e recuperou a vista. Depois, levantou-se e recebeu o baptismo.
Palavra do Senhor.
Tempo de silêncio
O encontro de Paulo com Cristo marcou profundamente a sua vida, pensamento e ação…
Como está a ser o meu encontro com Cristo?
Em que estádio está a minha vocação de discípulo de Jesus?
Salmo 105
Refrão: Mandai Senhor o Vosso Espírito … E renovai a terra.
A minha alma glorifica o Senhor
Meu Deus como sois grande
Os vossos feitos são incontáveis
Encheu-se a terra com as vossas criaturas
Se lhe retirais o alento morrem
E voltam ao pó de onde viram
De novo o concedeis e recriais
E renovais a face da terra
Glória a Deus para sempre
Ele se alegre nas suas obras
Seja-lhe agradável o meu hino
E eu terei alegria no Senhor
Da homilia de S. João Crisóstomo, bispo no século IV
Sentindo a morte já iminente, Paulo incitava os outros a comungarem da sua alegria, dizendo: Alegrai-vos e congratulai-vos comigo. Frente aos perigos, às injúrias e aos insultos, igualmente se alegra, e escreve aos Coríntios: Sinto complacência nas minhas enfermidades, nos ultrajes, nas perseguições; porque sendo estas, segundo afirmava, as armas da justiça, mostrava que disto lhe vinha um grande proveito. No meio das ciladas dos inimigos, conquistava contínuas vitórias, triunfando de todos os seus assaltos. E, em todo o lado, sofrendo pancadas, injúrias e maldições, como se fosse conduzido em cortejo triunfal, cumulado de troféus, nelas se gloriava e dava graças a Deus, dizendo: Sejam dadas graças a Deus, que sempre triunfa em nós.
Avançava ao encontro da humilhação e das ofensas que tinha de suportar por causa da pregação, com mais entusiasmo do que o que pomos nós em alcançar o prazer das honras; punha mais empenho na morte do que nós na vida; ansiava mais pela pobreza do que nós pelas riquezas; e desejava sempre mais o trabalho sem descanso do que nós o descanso, depois do trabalho. Uma única coisa o assustava e lhe metia medo: ofender a Deus; e uma única coisa desejava: agradar sempre a Deus. Só se alegrava no amor de Cristo, que era para ele o maior de todos os bens; com isto considerava-se o mais feliz de todos os homens; sem isto para nada lhe servia a amizade dos senhores e dos poderosos. Preferia ser o último com este amor, isto é, ser do número dos odiados, do que encontrar-se no meio dos homens famosos pela consideração e pela honra, mas privado do amor de Cristo.
Tempo de silêncio
A ALEGRIA QUE SE RENOVA E COMUNICA
1. A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.
2. O grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado.
DA EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA FRANCISCO EVANGELII GAUDIUM
Tempo de silêncio
Temos de admitir que nós, catequistas e padres, nem sempre somos grandes especialistas da alegria. Podemos enumerar várias razões para a nossa falta ou fraca alegria: excesso de trabalho, olhar pessimista sobre o mundo e a vida, cultura hostil à fé, dificuldades no anúncio da Palavra de Deus, concorrência a que a catequese está constantemente submetida, desânimo perante as dificuldades e contratempos…
A verdadeira alegria permanece para além dos estados de ânimo. Nasce da convicção de que Deus nos ama sempre. É duradoura e profunda. Vem da união com o Senhor Jesus. Brota da certeza de nos sabermos salvos e redimidos pelo amor do Pai. É fruto do Espírito Santo. A alegria cultiva-se em atitudes concretas: na bondade do coração; na afabilidade dos gestos e palavras; nas obras de justiça e de partilha; na paz construída; na entrega diária e fiel à nossa vocação. Só seremos anunciadores cativantes do Evangelho se descobrirmos a sua verdade, experimentarmos a liberdade e vivermos na esperança da vida plena em Deus. Sem alegria não podemos evangelizar, porque o anúncio fica diminuído e sem a força do testemunho.
Tempo de silêncio
Quais os obstáculos que coloco à verdadeira alegria?
Como devo crescer na alegria em ordem à missão de catequista?
Oração universal
Edificados/as sobre o fundamento dos Apóstolos, oremos irmãos/ãs a Deus Pai todo-poderoso, dizendo:
Lembrai-vos Senhor da Vossa Igreja
1. Peçamos pelo Santo Padre, pelo nosso Bispo, pelos nossos sacerdotes, para que na sua missão, promovam sempre o espírito apostólico e missionário. Oremos.
2. Peçamos ao Senhor que enriqueça a Catequese da nossa diocese com muitos/as catequistas que possam seguir o exemplo de S. Paulo, de viver e anunciar o Amor de Deus ao mundo. Oremos.
3. Peçamos ao Senhor que, fazendo-nos imitadores dos seus santos/as, sejamos pela palavra, pela ação e pela oração, catequistas anunciadores alegres e corajosos do Reino de Deus. Oremos
4. Peçamos ao Senhor para que o trabalho dos catequistas nas nossas paróquias seja um contínuo ato de coragem, valentia e amor, a todos os irmãos que com eles se cruzem. Oremos.
5. Peçamos ao Senhor, pelas famílias, pelas crianças e adolescentes das nossas Catequeses, para que possam beneficiar de tudo aquilo que o Senhor, por meio de nós, lhes transmite. Oremos
6. Peçamos ao Senhor para que os cristãos/ãs cheguem à plenitude da unidade, testemunhando assim, a toda a humanidade, a paternidade de Deus. Oremos
Pai-nosso …
Oração final dos/as Catequistas em conjunto
Senhor, chamaste-me a ser Catequista na Tua Igreja e na minha Paróquia.
Confiaste-me a missão de anunciar a Tua Palavra, de denunciar o pecado, de testemunhar, com a minha vida, os valores do Evangelho.
É pesada, Senhor, a minha responsabilidade, mas confio na Tua graça.
Faz-me Teu instrumento para que venha o Teu Reino,
Reino de amor e de Paz, de Fraternidade e Justiça.
Ámen.
Bênção do Santíssimo
Veneremos, adoremos…
Veneremos, adoremos a presença do Senhor,
Nossa luz e pão da vida,
Canta a alma o seu louvor
Adoremos no sacrário Deus oculto por amor.
Demos glória ao Pai do Céu, infinita majestade
Glória ao Filho e ao Santo Espírito.
Em espírito e verdade.
Veneremos, adoremos a Santíssima Trindade.
Ámen.
V. Vós sois o Pão vivo que desceu do céu.
R. Para dar a vida ao mundo.
V. Senhor Jesus Cristo, que em admirável sacramento nos deixastes o memorial da Vossa Paixão, concedei-nos, vos pedimos, venerar de tal modo os mistérios de Vosso Corpo e Sangue, que sempre tenhamos connosco o fruto da vossa Redenção. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
R. Ámen.
Aclamação Final
Bendito seja Deus
Bendito o seu Santo Nome.
Bendito Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Bendito o nome de Jesus.
Bendito o seu Sacratíssimo Coração.
Bendito o seu preciosíssimo sangue.
Bendito o Espírito Santo Paráclito
Bendita a excelsa Mãe de Deus Maria Santíssima.
Bendita a sua Santa Imaculada Conceição.
Bendita a sua gloriosa Assunção.
Bendito o nome de Maria Virgem e Mãe.
Bendito São José, seu castíssimo esposo.
Bendito Deus nos seus Anjos e nos seus Santos.
Cântico final
E pelo mundo eu vou, cantando o Teu Amor
Pois disponível estou para servir-Te Senhor