
Catequeses do Papa sobre a Paixão pela Evangelização
CATEQUES DO PAPA FRANCISCO
“A paixão pela evangelização: o zelo apostólico do crente”
Catequeses 30. Effatà, abre-te Igreja!
Estimados irmãos e irmãs!
Hoje concluímos o ciclo dedicado ao zelo apostólico, no qual nos deixamos inspirar pela Palavra de Deus para ajudar a cultivar a paixão pelo anúncio do Evangelho. E isto diz respeito a cada cristão. Pensemos no Batismo, quando o celebrante diz, tocando os ouvidos e os lábios do batizado: «O Senhor Jesus, que fez ouvir os surdos e falar os mudos, te conceda ouvir depressa a sua palavra e professar a tua fé».
E ouvimos o prodígio de Jesus. O evangelista Marcos descreve minuciosamente o lugar onde ele ocorreu: «Rumo ao mar da Galileia...» (7, 31). O que têm em comum estes territórios? São habitados predominantemente por pagãos. Não eram territórios habitados por judeus, mas sobretudo por pagãos. Os discípulos saíram com Jesus, que é capaz de abrir os ouvidos e a boca, ou seja, o fenómeno da mudez e da surdez, que na Bíblia é também metafórico e designa o fechamento às exortações de Deus. Existe uma surdez física, mas na Bíblia quem é surdo à palavra de Deus é mudo, não comunica a palavra de Deus.
Continuar em Documentos "Papa - 1. Catequeses - A Paixão pela Evangelização"
1ª Catequese: A vocação ao apostolado (Mt 9,9-13)
2ª Catequese: Jesus modelo do anúncio
3ª Catequese: Jesus Mestre do anúncio
4ª Catequese: O primeiro apostolado
5ª Catequese: O protagonista do anúncio: o Espírito Santo
6ª Catequese: O concílio vaticano II. 1. A evangelização como serviço eclesial
7ª Catequese: O Concílio Vaticano II. 2. Ser apóstolos numa Igreja Apostólica
8ª Catequese: O primeiro caminho de evangelização: o testemunho
9ª Catequese: Testemunhas: São Paulo.1
10ª Catequese: Testemunhas: São Paulo.2
11ª Catequese: Testemunhas: os mártires
12ª Catequese: O monaquismo e a força da intercessão
13ª Catequese: Testemunhas: São Francisco Xavier
14ª Catequese: Testemunhas: Santo André Kim Taegon
15ª Catequese: Testemunhas: Padre Matteo Ricci
16ª Catequese: Testemunhas: Santa Teresa do Menino Jesus, Padroeira das Missões
17ª Catequese: Testemunhas: Santa Mary Mackillop
18ª Catequese: O anúncio na língua materna: São Juan Diego, mensageiro da Virgem de Guadalupe
19ª Catequese: Rezar e servir com alegria: Kateri Tekakwitha, primeira santa nativa da América do Norte
20ª Catequese: O Beato José Gregório Hernández Cisneros, médico dos pobres e apóstolo de paz
21ª Catequese: São Daniel Comboni, apóstolo de África e profeta da missão
22ª Catequese: Santa Josefina Bakhita: testemunha da força transformadora do perdão de Cristo
23ª Catequese: São Charles de Foucauld, coração pulsante de caridade na vida oculta
24ª Catequese: Os Santos Cirilo e Metódio, apóstolos dos Eslavos
25ª Catequese: Madeleine Delbrêl. A alegria da fé entre os não crentes.
26ª Catequese: O anúncio é alegria
27ª Catequese: O anúncio é para todos
28ª Catequese: O anúncio é para hoje
29ª Catequese: O anúncio está no Espírito Santo
30ª Catequese: Effatà, abre-te Igreja!
Aprender com os Apóstolos a Transmitir a Fé


Inscrições em: https://forms.gle/XGEuzJ7tL6BpohgW6
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Correio de Coimbra
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Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz 2023
MENSAGEM DO SANTO PADRE
FRANCISCO
PARA A CELEBRAÇÃO DO 56º DIA MUNDIAL DA PAZ
1º DE JANEIRO DE 2023
NINGUÉM PODE SALVAR-SE SOZINHO.
JUNTOS
RECOMECEMOS A PARTIR DE COVID-19
PARA TRAÇAR SENDAS DE PAZ
«Quanto aos tempos e aos momentos, irmãos, não precisais que vos escreva. Com efeito, vós próprios sabeis perfeitamente que o Dia do Senhor chega de noite como um ladrão»
(I Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 5, 1-2).
1. Com estas palavras, o apóstolo Paulo convidava a comunidade de Tessalónica para que, na expetativa do encontro com o Senhor, permanecesse firme, com os pés e o coração bem assentes na terra, capaz dum olhar atento sobre a realidade e os factos da história. Assim, embora apareçam tão trágicos os acontecimentos da nossa existência sentindo-nos impelidos para o túnel obscuro e difícil da injustiça e do sofrimento, somos chamados a manter o coração aberto à esperança, confiados em Deus que Se faz presente, nos acompanha com ternura, apoia os nossos esforços e sobretudo orienta o nosso caminho. Por isso, São Paulo não cessa de exortar a comunidade a vigiar, procurando o bem, a justiça e a verdade: «não durmamos (…) como os outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios» (5, 6). É um convite a permanecer despertos, a não nos fecharmos no medo, na dor ou na resignação, não ceder à dissipação, nem desanimar, mas, pelo contrário, a ser como sentinelas capazes de vigiar vislumbrando as primeiras luzes da aurora, sobretudo nas horas mais escuras.




