
Catequeses do Papa sobre o Pai Nosso (décima sexta)
PAPA FRANCISCO
CATEQUESE SOBRE O PAI NOSSO 16
Quarta-feira, 22 de maio de 2019
Amados irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje concluímos o ciclo de catequeses sobre o “Pai-Nosso”. Podemos dizer que a oração cristã nasce da audácia de chamar Deus com o nome de “Pai”. Esta é a raiz da oração cristã: dizer “Pai” a Deus. Mas é preciso coragem! Não se trata tanto de uma fórmula, quanto de uma intimidade filial na qual somos introduzidos por graça: Jesus é o revelador do Pai e doa-nos a familiaridade com Ele. «Não nos deixa uma fórmula para ser repetida maquinalmente. Como em toda a oração vocal, é pela Palavra de Deus que o Espírito Santo ensina os filhos de Deus a orar ao seu Pai» (Catecismo da Igreja Católica, 2766). O próprio Jesus usou diversas expressões para rezar ao Pai. Se lermos com atenção os Evangelhos, descobrimos que estas expressões de oração que afloram aos lábios de Jesus evocam o texto do “Pai-Nosso”.
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Pai Nosso 1
Pai Nosso 2
Pai Nosso 3
Pai Nosso 4
Pai Nosso 5
Pai Nosso 6
Pai Nosso 7
Pai Nosso 8
Pai Nosso 9
Pai Nosso 10
Pai Nosso 11
Pai Nosso 12
Pai Nosso 13
Pai Nosso 14
Pai Nosso 15
Mensagem do Papa Francisco aos Congressistas
Roma: Mensagem do Papa Francisco
ao II Congresso internacional da catequese
20 a 23 setembro de 2018
Queridos catequistas e catequistas, bom dia!
Teria gostado tanto de pessoalmente ter partilhado convosco este momento tão importante em que vos reunis para refletir sobre a segunda parte do Catecismo da Igreja Católica, que toca conteúdos importantes e fundamentais para a Igreja e para todos os cristãos, como são a vida sacramental, a ação litúrgica e seu impacto na catequese. Monsenhor Fisichella informou-me que estais muitos, cerca de 1.500 catequistas, e que vindes de 48 países diferentes, em muitos casos acompanhados pelos vossos Bispos, a quem saúdo cordialmente. Obrigado pela vossa presença. Obrigado pelo entusiasmo com o qual cada um de vós vive o seu ser catequista na Igreja e para a Igreja.
Catequese do Papa sobre os Mandamentos (Décima)
AUDIÊNCIA GERAL
Praça São Pedro
Quarta-feira, 21 novembro de 2018
Os nossos encontros sobre o Decálogo levam-nos hoje ao último mandamento. Ouvimo-lo na introdução. Estas não são as últimas palavras do texto, mas muito mais: são o cumprimento da viagem através do Decálogo, tocando o coração de tudo aquilo que nele nos é transmitido. Com efeito, vendo bem, não acrescentam um conteúdo novo: as indicações «não cobiçarás a mulher [...], nem coisa alguma que pertença ao teu próximo» estão pelo menos latentes nos mandamentos sobre o adultério e sobre o furto; então, qual é a função destas palavras? É um resumo? É algo mais?
Recordemos que todos os mandamentos têm a tarefa de indicar o confim da vida, o limite para além do qual o homem se destrói a si mesmo e ao próximo, danificando a sua relação com Deus. Se fores mais além, destruir-te-ás a ti mesmo, destruirás também a relação com Deus e o relacionamento com os outros. Os mandamentos indicam isto. Através desta última palavra põe-se em evidência o facto de que todas as transgressões nascem de uma comum raiz interior: os desejos maléficos. Todos os pecados nascem de um desejo maligno. Todos! É ali que o coração começa a mover-se; assim a pessoa entra naquela onda e acaba numa transgressão. Mas não numa transgressão formal, legal: numa transgressão que fere a si mesmo e ao próximo.
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Mandamentos introdução 1
Mandamentos introdução 2
Mandamentos introdução 3
Primeiro Mandamento1
Primeiro Mandamento2
Segundo Mandamento
Terceiro Mandamento1
Terceiro Mandamento 2
Quarto Mandamento
Quinto Mandamento 1
Quinto Mandamento 2
Sexto e Nono Mandamento 1
Sexto e Nono Mandamento 2
Sétimo Mandamento
Oitavo Mandamento
Décimo Mandamento




