
A felicidade de dar e de se dar
A FELICIDADE DE DAR E DE SE DAR
“A felicidade está mais em dar do que em receber”. É São Paulo quem nos recorda esta afirmação quando se despede dos presbíteros de Éfeso, atribuindo-a a Jesus. Evoca-a para a confirmar com a sua própria experiência de trabalhar com as suas mãos para prover às suas necessidades e dos seus companheiros e também para socorrer os mais desvalidos (At 20, 33-34). O Apóstolo, na sua fadigosa missão, encontrava ainda tempo para fabricar tendas e sentia satisfação nesse trabalho pois, assim, podia ajudar outros. Ou seja, sentia-se feliz porque trabalhava para ajudar.
Num ambiente de consumismo e indiferença, esta afirmação pode parecer utópica e estranha. Na nossa forma de pensar e de agir achamos que a felicidade está em receber e que dar é um sacrifício que empobrece. De facto, parece que toda a gente associa a alegria ao receber atenções ou presentes e sente dificuldade em partilhar e em se sacrificar pelos outros. A mentalidade reinante sensibiliza-nos mais para receber do que para dar. Os pais e adultos habituam, desde cedo, os mais novos (crianças, adolescentes e jovens) a receber prendas mas raramente os despertam para a partilha, atenção e ajuda aos que mais precisam. Serão mais felizes só por receber?
ORAÇÃO PELA CATEQUESE E PELOS CATEQUISTAS
Já há alguns anos que os catequistas da nossa Diocese se reunem, no dia 25 de janeiro (ou numa data próxima), para rezarem pela catequese e pelos catequistas. É que neste dia se celebra a conversão de S. Paulo, o grande evangelizador, e termina o oitavário da oração pela unidade dos cristãos, que decorre de 18 a 25 de janeiro. Temos presente, neste momento de oração, duas intenções: a conversão dos evangelizadores ao Espírito do Senhor e a união dos cristãos que deve acontecer, prioritariamente, no grupo de catequistas para depois irradiar para as comunidades.
Décima quinta Catequese do Papa sobre a Eucaristia
Décima quarta catequese do Papa sobre a Eucaristia
Quarta-feira, 4 de abril de 2018
Estimados irmãos e irmãs, bom dia e feliz Páscoa!
Vedes que hoje há flores: as flores indicam júbilo, alegria. Em certos lugares, a Páscoa é chamada também “Páscoa florida”, porque floresce Cristo Ressuscitado: é a nova flor; floresce a nossa justificação; floresce a santidade da Igreja. Por isso, muitas flores: é a nossa alegria. Nós festejamos a Páscoa toda a semana, a semana inteira. E por isso nos desejamos mais uma vez, todos nós, os bons votos de “Feliz Páscoa”. Digamos juntos: “Feliz Páscoa”, todos! [respondem: “Feliz Páscoa!”]. Gostaria que desejássemos também os votos de “Feliz Páscoa” — porque ele foi o Bispo de Roma — ao amado Papa Bento, que nos acompanha pela televisão. Ao Papa Bento, todos desejemos Feliz Páscoa [dizem: “Feliz Páscoa!”]. E um grande aplauso!
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Primeira Catequese sobre a Eucaristia
Segunda Catequese sobre a Eucaristia
Terceira Catequese sobre a Eucaristia
Quarta Catequese sobre a Eucaristia
Quinta Catequese sobre a Eucaristia
Sexta Catequese sobre a Eucaristia
Sétima Catequese sobre a Eucaristia
Oitava Catequese sobre a Eucaristia
Nona Catequese sobre a Eucaristia
Décima Catequese sobre a Eucaristia
Décima primeira Catequese sobre a Eucaristia
Décima segunda Catequese sobre a Eucaristia
Décima terceira Catequese sobre a Eucaristia
Décima quarta Catequese sobre a Eucaristia
Homilia do Papa Francisco no dia 1 de Janeiro 2018
Homilia do Papa Francisco
na Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
O Ano tem início sob o nome da Mãe de Deus. Mãe de Deus é o título mais importante de Nossa Senhora. Mas a alguém poderia vir a pergunta: por que dizemos «Mãe de Deus», e não Mãe de Jesus? Alguns, no passado, pediram para nos cingirmos a isto, mas a Igreja afirmou: Maria é Mãe de Deus. Devemos estar-lhe agradecidos, porque, nestas palavras, se encerra uma verdade esplêndida sobre Deus e sobre nós mesmos, ou seja: desde que o Senhor Se encarnou em Maria – desde então e para sempre –, traz a nossa humanidade agarrada a Ele. Já não há Deus sem homem: a carne que Jesus tomou de sua Mãe, continua ainda agora a ser d’Ele e sê-lo-á para sempre. Dizer «Mãe de Deus» lembra-nos isto: Deus está perto da humanidade como uma criança da mãe que a traz no ventre.
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Quinta Catequese do Papa sobre a Eucaristia
Quinta catequese do Papa sobre a Eucaristia
QUINTA CATEQUESE
20 DEZEMBRO 2017
Prezados irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje gostaria de entrar ao vivo na celebração eucarística. A Missa é composta por duas partes, que são a Liturgia da Palavra e a Liturgia eucarística, tão estreitamente unidas entre si, a ponto de formar um único ato de culto (cf. Sacrosanctum concilium, 56;Ordenamento Geral do Missal Romano, 28). Portanto, introduzida por alguns ritos preparatórios e concluída por outros, a celebração é um único corpo que não se pode separar, mas para uma melhor compreensão procurarei explicar os seus vários momentos, cada um dos quais é capaz de tocar e abranger uma dimensão da nossa humanidade. É necessário conhecer estes santos sinais para viver plenamente a Missa e apreciar toda a sua beleza.



